Médicos, advogados, dentistas, arquitetos, representantes comerciais e empreendedores individuais têm algo em comum: a renda depende diretamente da capacidade de trabalhar. Sem os benefícios de um emprego formal, o seguro de vida passa a ser parte essencial da organização financeira.
Por que o autônomo precisa de mais atenção
Quem trabalha com carteira assinada muitas vezes tem seguro de vida em grupo oferecido pela empresa. O autônomo, não. Se algo acontecer, a família pode perder de uma vez toda a fonte de renda.
Coberturas que costumam fazer sentido
Um bom seguro de vida para autônomos vai além da cobertura por morte. Avalie também:
- Invalidez permanente por acidente ou doença
- Diagnóstico de doenças graves, com pagamento ainda em vida
- Diária por incapacidade temporária (DIT), que repõe a renda durante afastamentos
- Assistência funeral e outros serviços de apoio
Como calcular o capital segurado
Um ponto de partida é multiplicar o custo mensal da família pelo número de meses que ela precisaria para se reorganizar — muitas vezes entre 3 e 5 anos. Some dívidas, como financiamentos, e objetivos importantes, como a faculdade dos filhos.
Esse número é apenas uma referência. Um corretor ajuda a ajustar o valor ao seu orçamento e ao seu momento de vida.
Quanto antes, melhor
O preço do seguro de vida considera idade e saúde. Contratar cedo costuma garantir valores mais acessíveis e menos restrições na análise da seguradora.
Perguntas frequentes
- MEI pode contratar seguro de vida?
- Sim. Tanto o seguro individual quanto opções empresariais podem ser contratados por MEIs, conforme as regras de cada seguradora.
- Seguro de vida e DIT são a mesma coisa?
- Não. O DIT paga diárias durante um afastamento temporário; o seguro de vida protege em situações como morte ou invalidez. Os dois podem ser combinados.


